GALAXIAS

Galaxias – imagens obtidas ontem com um seeing muito bom – TEC140 F/7 ALTA U8300 Paramount ME

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M51. 170min (17x10min). TEC 140 F/7, APOGEE U8300, Median, DDP, Paramount ME

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M106. 150min (15x10min). TEC 140 F/7, APOGEE U8300, Median, DDP, Paramount ME

FULL SIZE (POSITIVE)
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FULL SIZE (MOSAIC)
NGC2903. 300min (30x10min). TEC 140 F/7, APOGEE U8300, Median, DDP, Paramount ME

Digital Astrophotography – Pedro Ré

Ré, P. (1999). Astronomia CCD do céu profundo. Astronomia de Amadores, revista da Associação Portuguesa de Astrónomos Amadores, nº 2 (Abril/Junho 1999): 27-30. Pdf file (679kB) PDF

Ré, P. (2001). Uma sessão de observação e de obtenção de imagens CCD do céu profundo. Astronomia de Amadores, revista da Associação Portuguesa de Astrónomos Amadores, nº 11 (Julho/Setembro 2001): 21-28. Pdf file (1.592kB) PDF

Ré, P. (2002). Montagem equatorial fotográfica. Astronomia de Amadores, revista da Associação Portuguesa de Astrónomos Amadores, nº 13 (Janeiro/Março 2002). Pdf file (193kB) PDF

Ré, P. (2002). Fotografar o Sol. Astronomia de Amadores, revista da Associação Portuguesa de Astrónomos Amadores, nº 15 (Julho/Dezembro 2002). Pdf file (187kB) PDF

Ré, P. (2002). Fotografar o céu. O Observatório (Maio, 2002). Pdf file (515kB) PDF

Ré, P. (2002). Observatório Astronómico de Fronteira. Boletim Municipal (Câmara Municipal de Fronteira), nº 16, Agosto de 2002. Pdf file (200kB) PDF

Ré, P. (2002). Como Fotografar o Céu. Super Foto Prática, Nº 59, Novembro 2002.
Pdf file (1200kB) PDF

Ré, P. (2003). Fotografar a Lua. Astronomia de Amadores, revista da Associação Portuguesa de Astrónomos Amadores, nº 16 (Janeiro/Março 2003). Pdf file (900kB) PDF

Ré, P. (2003). Fotografar o Céu. CAIS, nº72, Janeiro 2003. Pdf file (1200kB) PDF

Ré, P. (2003). Fotografar os planetas. Astronomia de Amadores, revista da Associação Portuguesa de Astrónomos Amadores, nº 17 (Abril/Junho 2003). Pdf file (300kB) PDF

Ré, P. (2004). Fotografar o Céu (Parte I). Astronomia de Amadores, revista da Associação Portuguesa de Astrónomos Amadores, nº 21 (Abril/Junho 2004). Pdf file (250kB) PDF

Ré, P. (2004). Fotografar o Céu (Parte II). Astronomia de Amadores, revista da Associação Portuguesa de Astrónomos Amadores, nº 22 (Julho/Setembro 2004). Pdf file (280kB) PDF

Ré, P. (2004). Fotografar o Céu (Parte III). Astronomia de Amadores, revista da Associação Portuguesa de Astrónomos Amadores, nº 23 (Outubro/Dezembro 2004). Pdf file (450kB) PDF

Ré, P. (2005). O ABC das câmaras CCD. Astronomia de Amadores, revista da Associação Portuguesa de Astrónomos Amadores, nº 25 (Maio/Agosto 2005). Pdf file (400kB) PDF

Peres Gomes, A., Ré, P. (2006). Um método simples de aquisição e processamento de um mosaico de 9×9 elementos da nebulosa roseta (NGC 2244). Astronomia de Amadores, revista da Associação Portuguesa de Astrónomos Amadores, nº 29 (Setembro/Dezembro 2006). Pdf file (1200kB) PDF

Ré, P., A.P. Gomes (2007). Câmaras CCD refrigeradas. A eterna batalha contra o ruído. Astronomia de Amadores, revista da Associação Portuguesa de Astrónomos Amadores, nº 31 (Maio/Agosto 2007). Pdf file (700kB) PDF

Ré, P. (2016). Imaging the Sun. Astronomia de Amadores, revista da Associação Portuguesa de Astrónomos Amadores, n.º 50 (Janeiro/Junho 2016). PDF

Ré, P. (2016). Imaging the Deep-Sky. Astronomia de Amadores, revista da Associação Portuguesa de Astrónomos Amadores, n.º 51 (Julho/Dezembro 2016). PDF

RÉ, P. (2019). From film to CCD’s. Amateur Astrophotography Magazine. Issue 62. Amateur Astrophotography Magazine

RÉ, P. (2019). Deep-Sky imaging. Amateur Astrophotography Magazine. Issue 63. Amateur Astrophotography Magazine

RÉ, P. (2019). Imaging the Sun. Amateur Astrophotography Magazine. Issue 63. Amateur Astrophotography Magazine

Sobre o problema do arrastamento nas fotografias de estrelas sem seguimento da câmara

Sobre o problema do arrastamento nas fotografias de estrelas sem seguimento da câmara
Guilherme de Almeida

Utilizando uma câmara fixa, as imagens de campos de estrelas conduzem, ao fim de pouco tempo de exposição, ao aparecimento de traços estelares (arrastamento) resultantes do movimento aparente da esfera celeste. Os traços estelares têm a sua própria beleza, se for esse o objectivo da fotografia. Mas nem sempre se pretende esse efeito. Para fotografar constelações de uma forma realista, registando estrelas suficientes, há que alongar a exposição. Neste artigo fundamentam-se e calculam-se os limites temporais da fotografia com câmara fixa, mantendo imagens estelares satisfatoriamente pontuais.
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Tamanho da Imagem no plano focal

Sobre o tamanho da imagem no plano focal de um telescópio

Guilherme de Almeida

Neste artigo propomo-nos, mostrar como se pode determinar analiticamente o tamanho da imagem
de um dado objecto, no plano focal de um telescópio, em função da distância focal efectiva do
instrumento utilizado. Este assunto interessa tanto para a astrofotografia analógica como para a sua
congénere digital, revelando-se, por isso, de interesse para muitos utilizadores de telescópios que
pretendam registar imagens de objectos extensos, prevendo que fracção do tamanho do chip do CCD
essa imagem ocupará. E também permite calcular o tamanho com que a imagem aparecerá no plano
do diafragma de campo de uma ocular. Como vamos ver, o cálculo dessas dimensões é mais fácil do
que parece.

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O ABC das câmaras CCD

Pedro Ré

aparecimento recente de câmaras CCD1 refrigeradas e não refrigeradas tem vindo a revolucionar as técnicas de obtenção de imagens astronómicas. Estes dispositivos foram desenvolvidos pela primeira vez em 1970 nos Laboratórios Bell por W. Boyle e G. Smith.
Os sensores ou detectores CCD são constituídos por uma superfície sólida sensível à luz, dotada de circuitos que permitem ler e armazenar electronicamente imagens digitais. O conjunto formado pelo detector CCD, circuitos electrónicos, sistema de refrigeração e suporte mecânico constituem uma câmara CCD

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Uma sessão de observação e obtenção de imagens CCD do Céu Profundo

Pedro Ré

De um modo geral podemos resumir em somente dois pontos as enormes vantagens que as câmaras CCD têm relativamente às emulsões fotográficas: 1) conseguem registar até 90% dos fotões incidentes (elevada eficiência quântica) contrariamente às emulsões fotográficas que apenas registam 2 a 5%;
2) não apresentam uma falha de reciprocidade, isto é, o seu sinal de saída, “output”, é quase directamente proporcional aos fotões incidentes (linearidade quase perfeita). Isto significa que se podem obter imagens de objectos do céu profundo em poucos minutos ao contrário do que sucede se utilizarmos emulsões fotográficas, que requerem dezenas de minutos ou mesmo horas.

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